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	<title>Sumara Lisboa</title>
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	<description>construção sustentável, bioarquitetura</description>
	<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 19:09:31 +0000</pubDate>
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		<title>Sistemas de Tratamento Ecológicos de Efluentes Domésticos - Semelhanças e diferenças entre Bacia de Evapo-transpiração e Zona de Raízes</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 20:50:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>

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		<description><![CDATA[           
            O Brasil, no que se refere a esgotamento sanitário, está bem atrasado com suas instalações sanitárias, onde apenas 50% da população possuem sistema de tratamento de esgoto. Sabe-se que o esgoto é despejado muitas vezes in natura nos corpos d’água e no solo, comprometendo a saúde da água. 
Os sistemas de esgoto utilizados, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"><strong><span style="font-size: small;">           </span></strong></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"><strong><span style="font-size: small;">            </span></strong>O Brasil, no que se refere a esgotamento sanitário, está bem atrasado com suas instalações sanitárias, onde apenas 50% da população possuem sistema de tratamento de esgoto. Sabe-se que o esgoto é despejado muitas vezes <em style="mso-bidi-font-style: normal;">in natura</em> nos corpos d’água e no solo, comprometendo a saúde da água. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">Os sistemas de esgoto utilizados, ditos convencionais, se enquadram em duas categorias: redes de esgoto transportados com muita água, para centrais de tratamento coletivo; e sistemas de fossa séptica seguido de sumidouro, instalados próximos de onde o esgoto é gerado e muitas vezes onde o lençol freático está próximo à superfície.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">Os sistemas de coleta e Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) centrais podem ser substituídos por sistemas menores e/ou individuais dentro de princípios da sustentabilidade que pode atender populações remotas e/ou carentes, sem gastos de energia e integrados ao ambiente. Estes sistemas poderão ser pelo método de Zona de Raízes ou por Bacia de Evapo-transpiração.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">A ETE por meio de Zona de raízes é um sistema com base em solos filtrantes e estruturado com uma camada de filtro radicular. É indicada para locais onde possuem corpos hídricos para descarte da água residual já tratada. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">A bióloga Tamara Simone van Kaick - em sua dissertação de mestrado junto ao Programa de Pós-Graduação em Tecnologia, do Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná – descreve a ETE por Zona de raízes da seguinte forma: o efluente passa primeiro por uma fossa séptica e depois é lançado por meio de uma rede de tubulações para a ETE, está isolada do solo. As plantas que formam a zona de raízes devem ser plantadas sobre um filtro físico estruturado por uma camada de brita n° 2 ou conchas, de 50 cm de profundidade. Após esta camada de brita encontra-se outra camada do filtro, composta de areia que ocupa o espaço de 40 cm de altura entre o fundo do filtro e a camada de brita. No fundo ficam acomodadas as tubulações que captam o efluente tratado, conduzindo-o para fora da estação. Geralmente a ETE possui uma área de 0,45 m³/pessoa.</span></p>
<p class="ParagrafoNormal" style="line-height: normal; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">As espécies de plantas utilizadas poderão ser <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Typha latifolia, Typha domingensis e Crinum salsum </em>que são consideradas plantas nativas e/ou cosmopolitas. Mas existem outras de zonas pantanosas mais conhecidas, porém exóticas como a <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Juncus sellovianus, Iris pseudacorus, Cyperus papyrus, etc.</em></span></p>
<p class="ParagrafoNormal" style="line-height: normal; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">As raízes fartas em forma de cabeleira fixam bactérias que recebem oxigênio e nitrogênio conduzidos pela planta por meio dos aerênquimas do caule até as raízes. Esta simbiose existente entre o vegetal e microrganismo (bactérias aeróbias) é o princípio que permite o tratamento desta ETE. Em troca, as bactérias decompõem a matéria orgânica, transformando-a em nutrientes que são repassados às plantas.</span></p>
<p class="ParagrafoNormal" style="line-height: normal; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">Nos sistemas convencionais de tratamento de esgoto, o processo de decomposição da matéria orgânica libera gases que produzem mau cheiro (sistema anaeróbico). No caso da zona de raízes, o mau cheiro é evitado porque o 1</span><span style="font-family: Symbol; font-size: 10pt; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-char-type: symbol; mso-symbol-font-family: Symbol;"><span style="mso-char-type: symbol; mso-symbol-font-family: Symbol;">°</span></span><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"> filtro composto pelas raízes trabalha com a presença de oxigênio, evitando os gases que promovem o odor desagradável, e na 2</span><span style="font-family: Symbol; font-size: 10pt; mso-ascii-font-family: Arial; mso-hansi-font-family: Arial; mso-char-type: symbol; mso-symbol-font-family: Symbol;"><span style="mso-char-type: symbol; mso-symbol-font-family: Symbol;">°</span></span><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"> camada do filtro com brita, o tratamento é anaeróbio, mas como esta camada fica<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>abaixo da primeira, os gases são filtrados pela zona de raízes, o que não permite<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>a saída de odores característicos do tratamento de esgoto doméstico.</span></p>
<p> <img class="alignleft size-medium wp-image-228" title="modelo zona raiz" src="http://sumaralisboa.net/wp-content/uploads/2009/10/modelo-455x300.jpg" alt="modelo zona raiz" width="401" height="281" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
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<p> </p>
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<p> </p>
<p> <span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">Figura 1- Esquema da ETE por meio de Zona de Raízes (fonte: van Kaick, 2002)</span></p>
<div></div>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">A ETE por Bacia de Evapo-transpiração trata-se de um sistema fechado onde não há infiltração de água no solo ou descarte em corpos hídricos. As águas servidas são totalmente evaporadas pelas plantas. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">Consiste num sistema tipo “três em um” – fossa, filtro e sumidouro, ou melhor, é formada por uma bacia que contém uma câmara, uma camada com os leitos filtrantes e outra de terra fértil com plantas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">Na parte inferior da bacia localiza-se a câmara receptora, para onde é encaminhado o efluente e onde ocorre a digestão anaeróbia. De forma ascendente o efluente passa por um filtro composto por diversos materiais – com granulometria decrescente: brita maior, seixos ou entulho limpo, brita menor, areia média; mineralizando-o e, assim mais uma vez, eliminando os patógenos. Entre a câmara e as camadas filtrantes existe um fundo falso de concreto e sobre este é colocado uma manta tipo “bidin”. Após as camadas filtrantes coloca-se terra fértil no qual se plantam espécies vegetais. Estas plantas irão descer a procura dos nutrientes disponíveis e da água residual.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">As plantas que formam a Bacia de Evapo-transpiração são aquelas com raízes rasas e folhas grandes, as quais possuem muita área de evaporação, por exemplo, as taiobas, bananeiras, etc. O dimensionamento comum da bacia é de 2m² por usuário, com profundidade padrão de 1 metro, geralmente com formato retangular ou quadrado.</span></p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"><img class="alignleft size-medium wp-image-229" title="modelo bacia" src="http://sumaralisboa.net/wp-content/uploads/2009/10/modelo1-500x249.jpg" alt="modelo bacia" width="410" height="210" /></span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';">Figura 2- Esquema da ETE por Bacia de Evapo-transpiração (arquivo pessoal)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"> </span><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman';"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Conclui-se que estes sistemas são alternativos aos sistemas convencionais para tratamento de esgoto, que promovem um desenvolvimento social e econômico e o combate aos problemas de saúde pública. Em ambos são utilizadas plantas que buscam o excesso de nutrientes, em que na Zona de raiz promovem a limpeza da água, onde poderá chegar a 90% de pureza, e na Bacia de evapo-transpiração além da limpeza também como descarte final da água.</span></span></p>
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		<title>Sustentabilidade na Construção: nem Flintstones nem Jetsons</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 19:42:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Este arquivo muito interessante enviado pela minha amiga e parceira Eng. Lilian refletiu muito o que venho procurando fazer&#8230; Publicado por ecohabitar a November 10, 2008 em Design Inteligente, Eficiência Energética, Opinião, Preservação Ambiental, Uso Racional da Água &#124; 
Na edição do passado dia 22/10/2008 o caderno ambiente da Folha on-line publicou um artigo sob o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="margin: auto 0cm;"><span style="font-family: Verdana; color: windowtext;"><span style="font-size: small;">Este arquivo muito interessante enviado pela minha amiga e parceira Eng. Lilian refletiu muito o que venho procurando fazer&#8230; Publicado por ecohabitar a November 10, 2008 em </span><a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="http://ecohabitararquitetura.com.br/blog/category/temas/design-inteligente/" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><span style="font-size: small;">Design Inteligente</span></span></a><span style="font-size: small;">, </span><a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="http://ecohabitararquitetura.com.br/blog/category/temas/eficiencia-energetica/" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><span style="font-size: small;">Eficiência Energética</span></span></a><span style="font-size: small;">, </span><a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="http://ecohabitararquitetura.com.br/blog/category/opiniao/" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><span style="font-size: small;">Opinião</span></span></a><span style="font-size: small;">, </span><a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="http://ecohabitararquitetura.com.br/blog/category/temas/meio-ambiente/" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><span style="font-size: small;">Preservação Ambiental</span></span></a><span style="font-size: small;">, </span><a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="http://ecohabitararquitetura.com.br/blog/category/temas/uso-racional-da-agua/" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><span style="font-size: small;">Uso Racional da Água</span></span></a><span style="font-size: small;"> | </span></span></h1>
<p><span style="font-family: Verdana; color: windowtext;"><span style="font-size: small;">Na edição do passado dia 22/10/2008 o caderno </span><a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/" target="_blank"><strong><span style="font-family: Verdana; color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><span style="font-size: small;">ambiente</span></span></strong></a><span style="font-size: small;"> da </span><a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="http://www.folha.com.br/" target="_blank"><strong><span style="font-family: Verdana; color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;"><span style="font-size: small;">Folha on-line</span></span></strong></a><span style="font-size: small;"> publicou um artigo sob o título “<em><strong><span style="font-family: Verdana;"><a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u458847.shtml" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;">Paulistanos deixam de comprar produtos “verdes” se custarem mais caro</span></a></span></strong></em>” onde, a determinada altura, se diz <em><span style="font-family: Verdana;">“…como se fala tanto em sustentabilidade e aquecimento global, a quantidade de informações, muitas vezes contraditórias, confunde e cansa até o mais bem intencionado ecologicamente</span></em>.”<br />
De fato, o termo “sustentabilidade” tem tantas vezes sido usado, abusado e mal explicado que, ao invés de o cidadão comum se ter familiarizado com o assunto, o efeito produzido foi exatamente o oposto, causando mesmo alguma rejeição.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; color: windowtext;"><span style="font-size: small;">Na sua vertente ligada à arquitetura e construção, o tema é apresentado freqüentemente oscilando entre duas óticas distorcidas: ora é visto como uma defesa intransigente de materiais e métodos tradicionais recusando qualquer tipo de inovação ou modernidade, ora se supõe que as suas sofisticadas soluções tecnológicas representam um custo inatingível para o cidadão comum. Pois bem, não é uma coisa nem outra. Nem Flintstones nem Jetsons.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; color: windowtext;"><span style="font-size: small;">A verdade é que o principal objetivo da sustentabilidade na construção é a eficiência energética do edifício durante todo o seu ciclo de vida. Como a concepção dos projetos é feita geralmente pensando apenas nos custos durante a construção, não são levados em consideração sistemas de racionalização energética e de uso de água. A abordagem é errada já que será o utilizador que vai pagar as contas de luz e água durante as décadas de vida útil do edifício. Segundo o Prof. Luiz Ceotto, é durante esse período de utilização cotidiana do imóvel que virá a grande fatia de custos, que poderá mesmo chegar a grossos 80% do total, enquanto que os custos com a construção representarão cerca de 14%. Dito de um outro modo, ao desconsiderar sistemas racionais de energia e de aproveitamento de água logo no projeto da casa nova, a economia conseguida (irrisória se inserida no custo total da obra) custará muito caro ao utilizador durante a futura operação do imóvel.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; color: windowtext;"><span style="font-size: small;">Vejamos por quê. O grande vilão no consumo de água nas residências é o vaso sanitário cujas descargas podem ser responsáveis por até 40% do total da conta mensal. A tecnologia de captação e aproveitamento da água da chuva hoje disponível pode simplesmente eliminar esse custo em boa parte do ano. Para além das descargas nos banheiros, as águas pluviais podem ser aproveitadas em torneiras de jardim.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; color: windowtext;"><span style="font-size: small;">Nos lares brasileiros o aquecimento elétrico de água, sistema utilizado pela maior parte da população, responde por 25% a 35% do gasto de eletricidade mensal, segundo dados do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) da Eletrobrás. Os aquecedores solares são equipamentos que reduzem significativamente os consumos de energia elétrica dos usuários de água quente. Um aquecedor solar bem dimensionado supre com facilidade mais de 70% das necessidades de água quente dos consumidores sendo que os outros 30% podem ser complementados com tecnologias convencionais como aquecedores a gás.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; color: windowtext;"><span style="font-size: small;">Imaginemos agora estas economias multiplicadas por todos os meses de vida útil da casa nova. Os valores conseguidos, muitas vezes nos primeiros 18 meses, pagam o investimento feito com os equipamentos. Estes, por sua vez, por causa da grande expansão da oferta disponível (com crescimentos anuais próximos de 50% no caso dos painéis solares) e também por políticas públicas de subsídios, têm visto os seus preços descer e hoje podemos encontrar em qualquer grande loja de material de construção kits a preços atrativos e financiados a ser instalados pelo utilizador.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; color: windowtext;"><span style="font-size: small;">Resumindo, a sustentabilidade na construção é não só possível como necessária e útil. Não é um resgate do passado nem uma ilusão do futuro. Está disponível hoje, a preços acessíveis na loja da esquina e é amiga do nosso bolso, da nossa cidade e do nosso planeta.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; color: windowtext;"><span style="font-size: small;">por</span></span></p>
<p><em><span style="font-family: Verdana; color: windowtext;"><span style="font-size: small;">Maria Martha Nader</span></span></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Biocurso – Primeiro Módulo</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 10:55:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cursos]]></category>

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		<description><![CDATA[Data: 06 e 07 de junho de 2009
 
A VIVÊNCIA ocorrerá nas estruturas de nossa Morada Ecológica (veja fotos neste site), com número máximo de 10 participantes, todos alojados em casa e com 3 refeições diárias vegetarianas. A contribuição será de R$ 25,00 a ser depositado em cota única até o dia 25.05, mais 3 Kg [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><strong>Data: 06 e 07 de junho de 2009</strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"><span style="font-size: small;">A VIVÊNCIA ocorrerá nas estruturas de nossa Morada Ecológica (veja fotos neste site), com número máximo de 10 participantes, todos alojados em casa e com 3 refeições diárias vegetarianas. A contribuição será de R$ 25,00 a ser depositado em cota única até o dia 25.05, mais 3 Kg de vegetais e 2 Kg de cereais e farinhas. Além das 8 horas de serviço diário, para participar é preciso vontade de aprender, trabalhar, compartilhar e cumprir os acordos de CONVIVÊNCIA COMUNITÁRIA.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"><span style="font-size: small;">Instrutores:</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: green; font-family: &quot;Stylus BT&quot;;">Davi L. Da Rosa</span></span></strong><span style="font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"> - Arte-Educador</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: green; font-family: &quot;Stylus BT&quot;;">Sumara Lisbôa</span></span></strong><span style="font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"> - Arquiteta e Permacultora</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"><span style="font-size: small;">Os interessados devem enviar um e-mail para arquiteta@sumaralisboa.net</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: &quot;Stylus BT&quot;;">Maiores informações:</span></em><span style="font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"> 9991.7817 </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: blue; font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"><span style="font-size: small;">Local: Praia da Ferrugem. Garopaba - SC</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: blue; font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"><span style="font-size: small;">Duração:16 horas</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: blue; font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"><span style="font-size: small;">Técnicas construtivas:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: blue; font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"><span style="font-size: small;">1- Pau-a-pique: composição com garrafa de vidro, terra e bambu</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: blue; font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"><span style="font-size: small;">2- Papel Marchê e bambu</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: blue; font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"><span style="font-size: small;">3- BioTratamento de efluentes </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"><span style="font-size: small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"><span style="font-size: small;">Observações:</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"><span style="font-size: small;">Faremos uma abordagem sobre todo o projeto desde a concepção idéia inicial, a escolha de materiais, técnicas, sistemas, implantação (bioclimática), até ao usuário final.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"><span style="font-size: small;">Este curso será também a continuidade prática do GRUPO DE ESTUDOS DE PERMACULTURA/UFSC; onde os outros módulos juntamente com as horas do grupo de estudos completarão 72 horas exigidas para ter um certificado de Permacultor.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Stylus BT&quot;;"><span style="font-size: small;">Estaremos dando a oportunidade para quem puder e quiser&#8230; chegar já na quinta-feira, e participar do mutirão em conjunto com a ONG Ferrugem Viva, no dia 05 de junho - Dia do Meio Ambiente, onde plantaremos árvores frutíferas e ervas medicinais pela praia, na Escola e, na futura Horta Comunitária.</span></span></p>
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		<title>Mestrado Pós-ARQ/UFSC</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 11:45:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>

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		<description><![CDATA[
No dia 03 de março, a convite da Arq. Carine Nath, para assistir a Banca de Avaliação de sua tese de mestrado cujo tema: Seleção de Materiais e Componentes para Edificações e o Paradigma da Sustentabilidade, da qual teve a Residência ecológica – 2005 como tema de estudo, me deixou ainda mais entusiasmada com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">No dia 03 de março, a convite da <a href="http://www.carinenath.com.br" target="_blank">Arq. Carine Nath</a>, para assistir a Banca de Avaliação de sua tese de mestrado cujo tema: Seleção de Materiais e Componentes para Edificações e o Paradigma da Sustentabilidade, da qual teve a Residência ecológica – 2005 como tema de estudo, me deixou ainda mais entusiasmada com a bioconstrução.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Este trabalho trouxe além de uma síntese, muito bem elaborada, sobre os materiais utilizados em obras que levam em conta a preocupação ambiental, também a presença (da qual ainda desconhecia) da Profa. Vanessa Gomes, atual figura importante do cenário da construção civil “ecológica” no país. Podemos desfrutar de seus ensinamentos e experiências, o que acrescentou ao maior entendimento sobre ciclo de vida de materiais, os impactos, além de desmistificar muitos conceitos mal formados que haviam em minha mente, como por exemplo o uso de materiais cerâmicos. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span><span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Explica a professora que no sul do país, este tipo de material, pode ser considerado como “menos impactante” por possuir uma matéria-prima abundante, feita ainda em processo artesanal, em atividade familiar, com queima de madeira da qual mesmo havendo no processo descarga de gás carbônico na atmosfera, é com esta mesma madeira, quando ainda plantada, transforma-o em oxigênio. É preciso deixar claro que não se trata de um material ecológico, e que ainda oferece risco de vida a quem dele sobrevive, pois, caso sem equipamento adequado, pode respirar muita fuligem durante o processo de queima.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Relatei este caso, para dizer que o trabalho abordou muitos temas, teve uma complexidade na qual a Carine se entregou de corpo e alma. Este trabalho é um momento histórico dentro da academia e um belo documento da qual nós profissionais da construção civil devemos no apoiar, principalmente, no momento de projetar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Parabéns!</span></p>
<p> </p>
<p></span></p>
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		<title>Campanha Uso racional das águas</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2008 04:12:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>

		<category><![CDATA[sumara]]></category>

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		<description><![CDATA[Água cinza é o termo para definir água servida e/ou residuária, doméstica, que não contém contaminação de esgoto do vaso sanitário e da pia de cozinha - “águas negras”. Compõe-se essencialmente da água do banho, sabão, detergentes e águas de lavagem. 
O uso das “águas cinzas” reduz a demanda sobre os mananciais de água devido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">Água cinza é o termo para definir água servida e/ou residuária, doméstica, que não contém contaminação de esgoto do vaso sanitário e da pia de cozinha - “águas negras”. Compõe-se essencialmente da água do banho, sabão, detergentes e águas de lavagem. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">O uso das “águas cinzas” reduz a demanda sobre os mananciais de água devido à substituição da água potável por uma água de qualidade inferior. Nas áreas urbanas poderá reduzir os gastos com a demanda da água da concessionária e o volume de esgoto a ser tratado. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">Neste sentido, deve-se considerar o reuso de água como parte de uma atividade mais abrangente que é o uso racional ou eficiente da água, o qual compreende também o controle de perdas e desperdícios, e a minimização da produção de efluentes e do consumo de água.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">O reuso de águas servidas, de acordo NBR-13.969/97 - ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), deve ser utilizado para fins que exigem qualidade de água não potável, mas sanitariamente segura, tais como, irrigação dos jardins, lavagem de pisos e dos veículos automotivos, na descarga dos vasos sanitários, na manutenção paisagísticas dos lagos e canais com água, sistemas de ar condicionado, etc.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">Para tal se faz necessário considerar alguns aspectos projetuais como: pontos de coleta, o armazenamento e o destino final. Um bom projeto sanitário além de prever a separação das águas negras das cinzas é àquele que utiliza equipamentos econômicos, como a bacia sanitária de baixo fluxo, torneiras eletrônicas, válvulas automáticas para mictórios e chuveiros, os quais visam à diminuição do volume de esgoto gerado. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">O sistema de tratamento para as “águas cinzas”, de uma maneira natural e ecológica, é através do sistema de Círculo de Bananeiras, sistema criado por Jan Bucley e difundido pela EPAGRI (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S.A.). Este sistema utiliza plantas estabelecidas em seu leito que adaptadas ao tipo de  ambiente/umidade aproveitam os nutrientes  disponibilizados pela decomposição da matéria orgânica (fósforo, potássio, nitratos),  a evaporação/transpiração da água, a transferência de oxigênio para o solo, incrementando o processo aeróbico, e a redução de agentes patógenos, podendo ainda compor o paisagismo do local.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">Trata-se de uma forma excelente de cultivar frutas e tubérculos e ao mesmo tempo utilizar o excesso de água e os rejeitos orgânicos. <span style="mso-tab-count: 1;">        </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">Os materiais utilizados no sistema são: mudas de bananeira, de mamoeiro, de confrei, copo-de-leite, abóbora, batata-doce e outras espécies que gostam de umidade, jornais ou sacos de papel, material orgânico (galhos de várias espessuras, troncos apodrecidos, folhas, palha e outros restos vegetais, casca ou cinza de arroz, esterco bovino). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">Para que estas plantas tenham uma vida mais saudável deve-se reduzir o uso de detergentes excessivamente químicos e pensar no impacto das águas residuais no local de origem. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">Uma antiga lenda romana conta que a palavra saponificação teria sua origem no Monte Sapo, onde eram realizados sacrifícios de animais. A chuva levava uma mistura de gordura animal derretida com cinzas e barro para as margens do Rio Tigre. Essa mistura resultava em uma borra. As mulheres descobriram que, usando esta borra, suas roupas ficavam muito mais limpas. A essa mistura os romanos deram o nome de sabão e à reação de obtenção do sabão de reação de saponificação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">Quando pensar em limpar a casa, pense também na saúde do seu corpo e do planeta, escolhendo produtos simples e naturais, que não aumentem ainda mais a poluição existente. Três litros de solvente, por exemplo, podem contaminar 60 milhões de litros de água subterrânea.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">Soluções Alternativas:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">* Desinfetante geral: Solução de 4 colheres de sopa de bicarbonato de sódio em um litro de água morna. Adicione uma colher de sopa de vinagre branco, ou suco de limão, para dissolver a gordura. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">* Desentupir pia: Jogue no ralo um punhado de bicarbonato de sódio, algumas colheres de vinagre branco e água fervente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">* Limpar vidro: Passe uma solução com água e vinagre, e depois use jornal para dar brilho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">* Desodorizante de ambiente: 4 colheres de sopa de vinagre num pratinho colocado sob um móvel. As plantas também funcionam como ótimos purificadores do ar. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">* Para encerar: Misturar uma parte de óleo vegetal, como a linhaça, com outra parte de suco de limão ou vinagre, e aplique com uma flanela.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana;">* Para lustrar móveis: Fazer uma solução de uma parte de suco de limão e duas partes de óleo vegetal. Dê brilho com uma flanela.</span></p>
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